O Tribunal de Justiça do Estado (TJE) emitiu ontem uma solicitação à Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e ao Governo do Estado pedindo explicações sobre a greve da universidade que já ultrapassa os três meses de duração.
A Procuradoria do Estado pediu a ilegalidade do movimento no começo desta semana. A ação foi distribuída ao desembargador titular Saraiva Sobrinho, que se reservou ao direito de só julgar o mérito da Ação Civil até 72 horas depois que, tanto a Aduern quanto o Governo manifestarem os motivos da mobilização. A atitude, segundo o despacho do desembargador, deve-se à "relevância da matéria e dos direitos postos em conflito (educação x greve)".
O presidente da Aduern, professor Flaubert Torquato, informou que, até o final da noite de ontem, ainda não havia sido formalmente notificado, porém, antecipou que "os pontos serão discutidos juntamente com nossa assessoria Jurídica" e assegurou que "do ponto de vista da Legislação, o movimento sempre teve a maior preocupação para que todos os trâmites acontecessem dentro da legalidade", garante ele.
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