Há alguns dias um assunto vem chamando a atenção de muitos caraubenses. ACORDÃO. Esta palavra não saia da boca de muitos correligionários da situação e oposição. Existem rumores de que estaria sendo articulada uma aliança junto aos irmãos Alves e família Ferreira. Inclusive de que, muitos encontros já haviam acontecido em Mossoró e Natal.
As partes interessadas não se manifestam publicamente, mas que por parte da oposição, pessoas ligadas diretamente ao ex-prefeito Eugênio e o vereador Juninho, negam esta junção. Já o lado situacionista dá como certo este acordo, fazendo questão da propagação deste falaço.
A oposição, ou mesmo aqueles que seguem o ex-prefeito Eugênio Alves (como diria João Marcolino, “eugenistas”) não concordam em hipótese alguma esta união, entendendo de que deve existir em toda municipalidade situação e oposição. Na verdade muitos foram perseguidos, escrachados em defesa e respeito ao seu maior líder político. Então o que se ouve de oposicionistas, é de que, se isto ocorrer, não irão acompanhá-lo neste acordo.
A situação mostra-se em parte concordante com esta junção, entendendo que esta seria a melhor forma de articular um contexto local administrativo. Mas existem aqueles (e são muitos) que não concordam em hipótese alguma, esta união, pois questionam-se onde irão encaixar tantos correligionários, pois ambos (na prática) deverão ocupar seus espaços no Palácio “Jonas Gurgel”, que já se encontra abarrotado, sendo este um das “pedras no sapato” para conceder o aumento do Piso Salarial dos professores.
Neste caso são várias lideranças que buscarão seus espaços, os próprios situacionistas, oposicionistas (que neste caso deixam de ser), a família Oliveira (que hoje faz parte da situação) e outros. Neste contexto pergunta-se, onde ficam os apoiadores da campanha, da atual situação, como o ex-prefeito Luciano Cruz (PMDB) e Raimundo Hélio (PSB).
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